

Semana passada, dia 21, tivemos o prazer de estar novamente na universidade em que estudamos (Ângela e eu) , a UNESP (Universidade Estadual Paulista), câmpus de Assis. Fomos convidados pelo Coletivo Esponteneísta de Assis, formado pelos alunos do câmpus, para oferecermos um Esquizodrama.
Parêntesis: Eles haviam conhecido nosso trabalho quando havíamos participado, com Esquizodrama também, no evento Clínica da Diferença, convidados que fomos por uma de nossas mestras maiores, a Profa. Marília Muylaert, promotora do evento. A professora Marília, juntamente com a profa. Ciça, foram as duas grandes iniciadoras e responsáveis pela "educação afectivo-filosófica" que recebemos. Hoje temos muitos outros mestres, muito queridos, mas ela duas foram as que começaram a forjar o material de que é feito nosso coração hoje. Fecha parêntesis.
Bem, gostaríamos de agradecer muito cordialmente, aos amigos do Coletivo Espontaneísta, pelo convite que nos fizeram e pelo carinho e respeito com que nos receberam.
Além da alegria de voltarmos à nossa eterna Terra do Nunca, foi muito fortalecedor para nós poder oferecer um esquizodrama problematizando o uso do espaço público e o seu povoamento a partir da arte. Foi uma vivência suavizante, agradável e intensa. Vimos performances alegres e leves como tecidos flamulando no ar ou, como disse um dos participantes, com sentimentos de ave. Saímos com a idéia de que precisamos fazer mais cócegas no espaço, preenchendo-o de intervenções coloridas e provocativas.
Mas, também gostaríamos de parabenizar o Coletivo Espontaneísta, pela iniciativa e pelo cuidado que tiveram com a organização do evento. Estava tudo muito bonito, num espírito real de liberdade, criatividade, coletivismo e amizade. Havia, além de oficinas, um festival de música, que aconteceu no nosso querido Buracanã, um gramado acolhedor e espaçoso, perfeito para uma experiência como esta.
Agradecemos e parabenizamos com alegria e de coração, desejando que cada vez mais, construamos experiências e práticas de liberdade, que estimulem a inventividade diante da vida. Porque Assis entra em nós, mas nós também semeamos Assis por aí!
Abraços cordiais aos unespianos assisenses!